Comentário do relatório

Não sendo defensora da violência como metodo educarivo acho que estamos a cair em excessos nas preocupações dos danos que possam advir de uma palmada (não me refiro a tareões de cinto).

Sou uma adulta emocionalmente estável, não sou insegura, ressentida nem inutil. Levei castigos, apanhei palmadas. As unicas que deixaram marcas foram aquelas que me deram de forma injusta. Todas as outras não deixaram nem marca fisica nem psicológica. Estamos a falar da tradicional palmada no traseiro...que não leva nem nunca levou ninguém ao hospital.
E sim, há o mais forte e o mais fraco..tem de haver em alturas em que a criança tenta medir forças.

Preferivel não dar palmadas. Concordo. Mas deixemos de dramatizar tanto. Mas grave é deixa-los fazer tudo em nome da defesa de possiveis danos psicologicos e acabar por se ver pequenos tiranos de 5 anos que por vezes até...batem nos pais que nunca lhes tocaram!

Quanto ao castigo...nem comento. O castigo é necessário. Terá de ser um castigo que ensine a consequencia da causa, claro. Não um castigo que não ensine. Mas acho indispensavel ensinar que os actos accarretam consequências. Castigos sim. Adaptados aos erros.